O trajeto Da Loucura E A Transformação Da Assistência Aos Portadores De Sofrimento Mental


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Os novos conceitos e práticas da psiquiatria propiciam questionamentos importantes que perpassam o contexto da saúde mental coletiva e leva à reflexão sobre a loucura. Em vista disso, propôs-se, por aqui, acreditar o desenvolvimento histórico que contemple este caminho para cooperar o discernimento de indagações dos autores. Os estudos sobre o assunto loucura, método saúde/transtorno mental, reforma psiquiátrica, subjetividade e comportamento humano compõem espaçoso campo de conhecimentos que proporcionam a construção de recentes formas sociais e técnicas no lidar com a loucura e com o sofrimento mental.


Sendo assim, a proposta nesse estudo é uma abordagem sobre a história da loucura, sobretudo teu desenvolvimento e tua influência ao longo do tempo. Desse modo, seguindo ordem cronológica, demonstrar-se-á a visão da loucura pela sociedade, da Antigüidade até os dias atuais, levando em conta todo o modo de internamento que esteve conectado à exclusão e ao preconceito para com os indivíduos considerados loucos. a nossa página inicial , a atenção à saúde mental é tão respeitável quanto a saúde física, visto que vê-se o homem em sua totalidade, biopsicossocial.

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O atendimento ao portador de desgosto mental passou por abundantes processos de transformação, da institucionalização para a colocação de serviços de atenção psicosocial, realizando a mudança do paradigma “doença-cura” pelo “existência-sofrimento”. A loucura como fenômeno é relatada, a princípio, na Antigüidade grega e romana, ao lado de algumas tantas doenças classificadas como práticas mitológicas, manifestações sobrenaturais motivadas por deuses e demônios.


você pode conferir aqui , a loucura era identificada pela influência da ideologia religiosa e pela potência dos preconceitos sagrados. Nos tempos da Inquisição, a loucura foi entendida como manifestação do sobrenatural, demoníaco e até satânico, e classificada como expressão de bruxaria, cujo tratamento caracterizou-se na perseguição aos seus portadores, do mesmo jeito que se praticava com os hereges.


site com mais detalhes qualidade do potente poder da Igreja, o movimento de caça às bruxas, liderado pela Inquisição, pretendia conservar a aceitação e a concordância da crença religiosa. Sendo assim, os chamados hereges e os divergentes da ideologia cristã dominante eram considerados loucos, bruxos e feiticeiros, servidores do mal e de forças malignas. A Inquisição servia de garantia para a salvação e a religião era o bálsamo que fornecia um sistema de justificativas pra suas desprezíveis vidas. A ideologia religiosa respondia às necessidades do público oprimido por longas epidemias, pela fome, pela miséria. A partir da religião recebia uma mensagem conexo do mundo, esse mundo abundante em pecados e heresias(1).


Por isso, a loucura, nessa época, identificava-se com os perfis e com os papéis dos feiticeiros portadores de supostas doenças mentais, repercutida na relação de poder da igreja e da burguesia. Porém, com o desenvolvimento histórico, o poder eclesiástico foi confuso, o que permitiu um novo olhar sobre a doença e ao portador de transtorno mental. No século XVII, com o declínio do poder da igreja e da interpretação religiosa do mundo, o complexo inquisidor-feiticeira desapareceu e, em seu ambiente, surgiu o complexo alienista-insano mental(2). No tempo Renascentista, os loucos eram atirados rio abaixo, como cargas insanas em embarcações que recebiam o nome de Nau dos Loucos.

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